Prefeitura instala sistema que transforma água do Madeira em potável para ribeirinhos

A Prefeitura de Porto Velho instalou sistemas para tratar a água do rio Madeira e torná-la própria para consumo humano. Segundo a prefeitura, o atendimento inicial abrange cinco comunidades ribeirinhas.

A iniciativa integra o programa S.O.S. Estiagem e busca enfrentar dificuldades de abastecimento durante a estiagem e as cheias do Madeira. A variação do nível do rio é um dos desafios relatados pela prefeitura.

Em informação divulgada em 20 de outubro de 2026, a Prefeitura de Porto Velho informou que Bom Jardim, Ilha Nova, Brasileira, Ilha de Assunção e Firmeza já receberam os equipamentos. A ação atende moradores da região do Baixo Madeira.

água potável no Madeira

A prefeitura também prevê selecionar novas localidades com base no monitoramento climático e nas condições de abastecimento. A notícia aborda ainda o acompanhamento técnico dos equipamentos e da qualidade da água.

Tratamento da água do Madeira e abastecimento nas comunidades

De acordo com a Prefeitura de Porto Velho, os sistemas combinam filtragem e outros processos de tratamento. A água captada no rio passa por essas etapas antes de ser disponibilizada aos moradores.



A instalação dos equipamentos nas próprias localidades busca diminuir a dependência do transporte de água por embarcações. Segundo a prefeitura, essa estrutura oferece uma alternativa de abastecimento para diferentes períodos do ano, contribuindo para ampliar o acesso à água potável no Madeira.

O prefeito Léo Moraes afirmou que a iniciativa pretende levar água tratada a mais moradores, especialmente aos que enfrentam dificuldades durante a seca e as cheias. Ele descreveu a ampliação do acesso como um compromisso da administração municipal.

Cinco localidades atendidas e critérios para novas instalações

Segundo a Prefeitura de Porto Velho, a escolha das primeiras comunidades levou em conta a gravidade dos problemas de abastecimento. O trabalho inclui monitoramento e classificação de risco para apontar quais localidades precisam de atendimento prioritário.

O coordenador das ações, coronel Marcelo Duarte, afirmou que a iniciativa vai além de uma medida mitigatória. Na avaliação dele, os sistemas representam uma mudança para quem vive nas regiões atendidas.

A avaliação de risco orienta a definição das prioridades, conforme explicou Duarte, em vez de tratar todas as localidades como se enfrentassem as mesmas condições. A prefeitura informa que esse acompanhamento serve para identificar as comunidades com maior necessidade de abastecimento.



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